Todos nós parámos muitas vezes no sofá para por 25 minutos assistirmos às vidas destas quatro citadinas de New York. Todos nos encontrámos em cenas, personagens, anedotas e até lágrimas em episódios que nos deixavam a reflectir sobre a nossa própria vida ou relação.
Muito se pode e poderá sempre opinar sobre esta série.
O que venho dividir foi pensado enquanto assistia ao último episódio, da última época.
Temos quatro mulheres, todas iguais todas diferentes. Caracóis... lisos, ruivos louros e morenos... Tiveram vários estilos ao londo de todas as temporadas e várias casas, vários amores... Mas as suas personalidades, as suas essências, não mudaram.
No entanto, todas elas chegaram ao final do
Sex and the City com lições de vida, destinos e amores que ninguém esperou no ínicio dos seus trilhos...
Vejamos:
Miranda: advogada com carreira em ascenção, dá muita importância à profissão, exigente com todos os que a rodeiam. Sem grandes atitudes de amor e até egoísta e paranóica.
Acaba casada com um barman, testiculeta, têem um bébé (!) , deixa NY para viver melhor na periferia com a família. E até a vemos num dos ultimos episódios a dar banho carinhosamente à sogra que está doente!!! UAU!!
Charlotte: superficial, crítica e púdica, quer escolher o melhor e mais bonito e abastado macho com quem pretende procriar família.
Acaba casada com um careca peludo, que não é rico nem vem de famílias de bem. Adoptam uma criança porque não podem procriar...
Samantha: a que viveu toda a sua sexualidade sem qualquer pudor e sempre em grande forma foi trocando de parceiro sexual como roupa, sem quase nunca se entregar e sem amar.
Acaba por ter de ultrapassar cancro da mama, mas não sozinha. Apaixonada por um jovem lindo que ousou amá-la tal como ela era e que estava lá quando ela precisou.
Carrie: foi quem nos relatou tudo desde o ínicio. Autenticamente feminina no sentir, romântica à flor da pele, apaixonava-se com facilidade. Mas o seu grande amor foi sempre o Big durante toda a série...
No final... ficou com o Big!
Conclusão?
Estavam mesmo à espera que a dissesse?
Pensem vocês o que todas estas histórias quererão dizer...